Câncer de ovário: tipos, fatores de risco e prevenção

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Quando o assunto é saúde, sabemos que não podemos deixar de tomar todas as providências necessárias. Se tratando da saúde das mulheres, não é diferente. O câncer de ovário está entre os que oferecem uma taxa de mortalidade ainda maior ao público, e por esse motivo, os cuidados devem ser priorizados.

O dia mundial do câncer de ovário começou no ano de 2013, através de um grupo de líderes advindos da organização de defesa ao câncer de ovário. Assim, a data 8 de maio ficou conhecida como o dia oficial do câncer de ovário, um dia totalmente voltado para as causas desse câncer, seus sintomas, e, principalmente, as principais prevenções.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, confira o nosso post até o final e tire todas as suas dúvidas sobre o câncer de ovário.

O que é o câncer de ovário?

Em geral, entre todos os tipos de cânceres incididos em mulheres, sabemos que o câncer de ovário é o que oferece uma taxa de sobrevivência ainda mais baixa. De acordo com estudos recentes na área, cerca de 250.000 mulheres ao redor do mundo, todos os anos, são diagnosticadas com esse tipo de câncer, sendo que 140.000 delas chegam a óbito.

Assim, entendemos que cerca de apenas 45% das mulheres que desenvolvem a doença têm chances de cura, comparando-se a 89% das mulheres que tiveram câncer de mama. Sem contar que geralmente os sintomas são diagnosticados de maneira errada, podendo ser confundido com doenças menos graves.

Quais são os tipos de câncer de ovário?

Como bem sabemos, os ovários são compostos por basicamente três tipos de células. Sendo assim, cada tipo de célula tem potencial para desenvolver certos tipos de tumores, como por exemplo:

• Tumores de Células Germinativas: estão relacionadas às células que produzem os óvulos;

• Tumores Epiteliais: a partir de células que cobrem a parte externa do ovário. Ou seja, a maioria dos tumores ovarianos é oriunda das células epiteliais;

• Tumores Estromais: começam com células que formam o seu ovário, produzindo os hormônios progesterona e estrógeno.

Antes de tudo, devemos ressaltar que alguns desses tumores são considerados não benignos, e por esse motivo, acabam não se espalhando para além do ovário. Já os tumores malignos oferecem potencial de se realocar para outras regiões do órgão, podendo chegar a um quadro ainda mais fatal.

Fatores que aumentam o risco do câncer de ovário

Ainda não existem testes e exames para identificar o câncer de ovário com precisão. Contudo, há um conjunto de fatores que aumentam as chances de desenvolver a doença. Confira abaixo quais são eles:

1. Idade: grande parte dos casos desse tipo de câncer ocorre entre mulheres com mais de 55 anos de idade, sobretudo quando estão entrando na menopausa. Contudo, a doença não se restringe somente a mulheres mais velhas, sendo que o câncer de ovário também pode ocorrer em mulheres jovens.

2. Fator genético: as chances de desenvolver a doença aumentam quando a mulher porta algum tipo de anormalidade nos genes BRCA1 ou BRCA2, que são genes que ajudam a reparar os danos que são causados nas células.

3. Familiares que já tiveram a doença: mulheres que já tiveram parentes (dois ou mais) que tiveram câncer, seja de ovário, mama, útero ou cólon, por exemplo, possuem grande potencial de desenvolver o câncer.

4. Demais fatores: mulheres que nunca tiveram filhos ou que nunca usaram pílulas anticoncepcionais, que começaram a desenvolver o período menstrual desde cedo ou quando a menopausa chega muito tarde (além da idade esperada), também possuem um risco de desenvolver o câncer.

Fatores que diminuem o risco de câncer no ovário

1. Gravidez: mulheres que tiveram filhos possuem um risco ainda menor de desenvolver o câncer de ovário, especialmente na fase de amamentação. Isso porque durante esse período, a ovulação é retardada, fazendo com que a concentração de hormônios no organismo também diminua. Então, quanto maior é o número de ovulações, maior é o risco de aparecimento de tumores.

2. Ligadura de Trompas: em diversos casos, médicos recomendam que seja feito o ligamento das trompas, pois esse procedimento reduz ainda mais os riscos de desenvolvimento do câncer — especialmente em mulheres que têm um histórico familiar suspeito.

3. Anticoncepcionais: para mulheres que utilizam a pílula, há uma redução de 50% do risco de desenvolver a doença.

4. Dieta: sabe-se que o excesso de peso também contribui para o desenvolvimento da doença. Nesses casos, o mais recomendável é manter uma dieta saudável.

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